Resultado das eleições em Campo Grande
Resultado da apuração dos votos na cidade de Campo Grande - MS
Candidatos ao cargo de prefeito
| * | NELSINHO TRAD | PMDB - PMDB / PRB / PR / PDT / PP / PPS / PSDB / DEM / PV / PTN / PRP / PSC / PT do B / PTC / PSDC / PRTB / PTB / PHS / PSB | 288.821 | 71,41% |
| PEDRO TERUEL | PT - PT / PC do B / PSL | 93.948 | 23,23% | |
| IARA COSTA | PMN - PMN | 15.528 | 3,84% | |
| HENRIQUE MARTINI | PSOL - PSOL | 3.122 | 0,77% | |
| SUÉL DO PSTU | PSTU - PSTU | 3.041 | 0,75% | |
Apuradas 100% das urnas
Fonte:TSE
Ibope: Lacerda lidera em Belo Horizonte com 42%
A quarta pesquisa do Ibope mostrou que o candidato do PSB à prefeitura de Belo Horizonte (MG), Márcio Lacerda, lidera a disputa com 42% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece a candidata do PCdoB, Jô Moraes, com 12%, que está empatada tecnicamente com Leonardo Quintão (PMDB), que tem 11%. Gustavo Valadares (DEM) ficou com 2%, Sérgio Miranda (PDT), Vanessa Portugal (PSTU), Jorge Periquito (PRTB) e Pepê (PCO) tiveram 1%. André Antônio Alves (PTdoB) não atingiu 1%. O percentual de indecisos é de 20% e 9% dos entrevistados pretendem votar em branco ou anular. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo, ouviu 805 eleitores entre os dias 8 e 10 de setembro e está registrada na 26ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte sob o número 64564/2008.
‘Marta confunde obra de metrô com de ônibus’, diz Serra
Itapira - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse hoje em visita a Itapira, interior de São Paulo, que a ex-prefeita e candidata à Prefeitura da capital paulista, Marta Suplicy (PT), confundiu fazer obras no metrô com instalar uma linha de ônibus. Um dos motivos da confusão, disse o tucano, seriam falhas na assessoria da candidata. “Fazer metrô não é como fazer uma linha de ônibus. Eu acho que a Marta Suplicy, às vezes por causa da assessoria dela, está se confundindo. Ela não sabe bem o que significa metrô e está sendo mal assessorada”, afirmou. “Fica falando de metrô como se fosse abrir uma linha de ônibus.”
Marta afirmou em seu programa eleitoral de rádio que teria recursos do programa federal para a construção de novas linhas do metrô em São Paulo. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, participou do programa e informou que os recursos serão de financiamentos e não do Orçamento da União. “Já temos financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e podemos fazê-los mais no futuro. Agora, uma coisa é financiar, outra é gastar dinheiro. Se você compra uma geladeira nas Casas Bahia você não vai chamar isso de PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Geladeira porque vai ter de pagar juros e amortização”, disse Serra.
“Estamos com plano de expansão de 30 quilômetros de metrô em São Paulo, todo em licitação. Você fazer metrô implica ter projeto básico, projeto executivo, concorrência para o projeto executivo, desapropriações, concorrências pela obra, pelo sistema e pelos equipamentos”, continuou. O governador disse ainda que, caso o próximo prefeito tenha interesse em se tornar parceiro nas obras do metrô, a ajuda será bem-vinda.
“Desde a época do prefeito Setubal (Olavo Egydio Setubal) a prefeitura não entrava no metrô e voltou agora. Eu espero que se mantenha no futuro, cooperando com o desenvolvimento dos planos que já estão em plena implantação”, afirmou Serra. “Se for necessário a gente pede financiamento para o Banco Mundial, para o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), para o BNDES. É isso. O resto é fru-fru.”
Ministro da Defesa diz que tropas atuarão no Rio em até 7 dias
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, se reuniu nesta quinta-feira (4) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, para definir o contingente de militares que atuará no Rio de Janeiro para garantir a normalidade do processo eleitoral.
Segundo Jobim, em até sete dias os homens estarão atuando nas 17 localidades apontadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) como problemáticas para a segurança dos eleitores e dos candidatos. “Em até sete dias nós estaremos trabalhando lá”, disse Jobim.
Jobim disse ainda que o modelo adotado pelas forças armadas será o de mobilidade das tropas. Os soldados não ficarão permanentemente nas comunidades. O TRE é que definirá quais as prioridades de deslocamento das tropas militares e fará inclusive um calendário de ocupação em parceria com o Comando Militar do Leste.
“Se nós precisássemos ter uma presença constante nas 17 localidades e eventualmente outras nós teríamos que ter cerca de 30 mil homens, o que é inviável. Aí eles compreenderam prontamente que a melhor proposta é a da mobilidade e de deslocamento das tropas. Se o sistema será esse teremos uma força diária, média, de 450 a 900 homens dia. Fora a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Polícia Federal”, disse o ministro.
Esse contingente pode estar concentrado em apenas uma comunidade ou pode até mesmo se dividir em mais áreas de risco ao eleitor. “Como a regra é da mobilidade e não da presença permanente, podemos ou não estar presentes, o tribunal [TRE] é que vai definir onde as forças estarão e daí se define quantos homens e por quanto tempo se ficará na comunidade”, explicou o ministro.
Regra de engajamento
Jobim disse ainda que até amanhã o TSE definirá também qual a “regra de engajamento” dos soldados envolvidos na operação. Em linguagem militar, segundo ele, essas regras definem o que o militar pode ou não pode fazer durante a ação.
“O TSE deve definir até amanhã provavelmente sobre as regras de engajamento que em linguagem militar significa dizer o que o soldado da operação pode fazer diante de determinadas circunstâncias. Pode dar tiro, pode prender, isso tem que ser definido pelo Tribunal Superior Eleitoral, porque é dele o pedido e objetivo”, salientou.
O presidente do TSE disse ao sair que “é possível” que ele defina até sexta-feira (5) sobre essa regra.
Candidatos têm até sábado para entregar 2ª prestação de contas parcial
Termina neste sábado (6) o prazo para os candidatos, assim como os comitês financeiros dos partidos, apresentarem a segunda parcial das prestações de contas, na qual devem divulgar os recursos recebidos para o financiamento de campanhas, assim como os gastos realizados.
A prestação de contas parcial deverá ser transmitida por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE), através do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ficando disponível para consulta pública.
Nesse momento, os candidatos e comitês devem indicar os valores, mas não estão obrigados a indicar os nomes dos doadores.
A primeira prestação de contas parcial foi feita até o dia 6 de agosto. A prestação de contas definitiva deve ser feita até 30 dias após as eleições - 4 de novembro em relação ao primeiro turno e 25 de novembro, segundo.
Extratos eletrônicos
Um acordo entre o TSE e o Banco Central permite que as informações sobre a movimentação financeira dos candidatos cheguem diretamente ao tribunal. O banco vai enviar dois tipos de arquivo.
O primeiro é um extrato bancário e o segundo é um arquivo eletrônico contendo a identificação da origem de todos os créditos que entraram na conta. Isso vai evitar que haja fraude em extratos, como já ocorreu em eleições anteriores.
